Búzios inicia projeto na Praia do Forno visando certificação ambiental

A Prefeitura de Búzios iniciou um projeto na Praia do Forno, com o intuito de se adequar ao Programa Bandeira Azul, programa internacional de certificação ambiental para praias, marinas e embarcações.

De acordo com a Prefeitura, o projeto envolve entre diversas ações, a definição de local para estacionamento, construção de banheiros e estrutura adequada para garantir a acessibilidade.

O município também está focando no plantio de espécies nativas. Na última semana, foi realizada uma ação conjunta com o INEA – Instituto Estadual do Ambiente e o IFF – Instituto Federal Fluminense para revegetação de extensa área degradada na praia do Forno.

Com cerca de 3 mil metros quadrados, a área escolhida para receber o projeto situa-se dentro do PECS (Parque Estadual da Costa do Sol), e contou com as autorizações do Órgão gestor da Unidade de Conservação. No espaço foram plantadas 400 mudas de espécies nativas como Aroeira, Sibipiruna, Pau ferro, Araça, Pau Pombo, Arco de Pipa, Goiabeira, Tataré, Aldrago, Piabanha, Angico, Ipê, Pau Brasil, Pitangueira e Ingá. A área foi cercada para proteção das mudas que serão monitoradas e cuidadas. No local foi fixada uma placa explicativa do projeto, e mais 10 placas pequenas educativas e lúdicas, com frases sobre a natureza na visão de diversas personalidades.

O projeto com especificações técnicas foi inteiramente executado pelo IFF, com recursos do Ministério da Educação, após encontro de reitores de todo o país, realizado em Búzios em 2018. Afim de realizar uma compensação ambiental relativa ao evento, o instituto elaborou o projeto denominado  “Projeto de revegetação de área degradada, para neutralizar e compensar as emissões de  gases de efeito estufa, do evento Reditec 2018″.

Ainda segundo o município, o benefício imediato do projeto é elevar o grau de conscientização dos cidadãos para a necessidade de se proteger o ambiente marinho e costeiro e incentivar a realização de ações que conduzam à solução dos problemas ambientais existentes na área.

FONTE: Clique Diário

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