Aos 14 anos, Ariela Nascimento foi expulsa de casa por ser quem é. Sem acolhimento, sem proteção e sem oportunidades, acabou nas esquinas da prostituição.
Até que um dia, depois de eleita vereadora, Benny Briolly passou por aquela esquina, parou o carro e disse:
“Entra. Aqui não é o seu lugar.”
Aquela não era apenas uma carona. Era um convite para mudar de caminho. Para transformar dor em luta, sobrevivência em oportunidade e exclusão em política pública.
Ariela não precisava que dissessem que ela era forte. Ela precisava de oportunidades para poder escolher o próprio futuro.
É por isso que a nossa luta é por emprego, renda, educação, moradia, dignidade e pelo direito de toda pessoa trans viver para além das esquinas.
Porque nossas meninas não nasceram para sobreviver à margem.
Elas nasceram para ocupar todos os lugares.
E quando uma de nós abre uma porta, a gente não entra sozinha.
A gente leva todas as nossas junto.
PELA BANCADA TRANS
BENNY BRIOLLY
Da redação.


